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Vai comprar uma moto? Confira 5 dicas para não ter prejuízos

O Brasil conta com uma frota de mais de 28 milhões de motocicletas. As justificativas para um número tão alto são muitas: somos o oitavo maior produtor de motos do mundo e os veículos de duas rodas apresentam vantagens ao consumidor, como baixo consumo e preço mais acessível (isso se comparado aos carros e outros meios de transporte). Para ajudar o consumidor que quer trocar de veículo ou comprar uma moto pela primeira vez, selecionamos algumas dicas imprescindíveis.

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Pontos específicos devem ser observados pelos condutores que querem uma moto para trabalho ou passeio. Manutenção e custo-benefício são bons exemplos. Confira, a seguir, o que diz Bruno Neves, consultor comercial e de desenvolvimento da Laquila, sobre o processo de escolha de uma motocicleta.

1. Conheça suas necessidades

O primeiro passo para comprar uma moto é entender suas necessidades e conhecer bem o seu orçamento.

“Existem no mercado diversos tipos de categoria de motos: big trail, custom, street, superesportiva, entre outras. Para viajar, por exemplo, o ideal é apostar em uma big trail ou uma custom. Isso porque elas proporcionam mais conforto com seus formatos. Já pra trabalho e dia a dia, talvez uma street se encaixe melhor”, explica o especialista.

Defina suas prioridades e comece a pesquisar opções que as atendam. Assim, as chances de arrependimento são diminuídas.

2. Analise opções novas e seminovas

“A decisão por um modelo novo ou seminovo depende muito do perfil do comprador. Uma moto novo resulta em gastos mais altos de documentação e emplacamento, contudo, as montadoras oferecem de 2 a 5 anos de garantia, o que alivia o piloto com os gastos de manutenção nesse período”, afirma Bruno Neves.

A moto zero quilômetro sofre com a depreciação de mercado, mas pode apresentar melhorias com relação às linhas anteriores. Por fim, com o mesmo valor investido pode ser possível comprar uma moto nova ou adquirir uma alternativa mais potente ou com mais opcionais, porém seminova. Qual das opções vai te atender melhor?

3. Na compra de uma moto usada, consulte o mecânico

Para garantir a segurança do piloto e passageiro, é imprescindível se atentar à procedência da moto. “Antes de fechar negócio, leve a motocicleta até uma oficina de confiança para uma avaliação”, alerta o consultor.

Identificar os defeitos e exigências de manutenção podem significar, também, um desconto na negociação.

4. Faça o test drive

Muitos acabam esquecendo de checar um aspecto importante ao comprar uma moto: a altura do condutor em relação ao veículo. “Esse é um ponto que influencia bastante no conforto e na ergonomia. Para uma pessoa muito alta, por exemplo, uma motocicleta esportiva poder trazer incômodos – isso porque para conduzi-la é preciso curvar o corpo”, completa o profissional da Laquila.

Para não ter erro, o indicado é subir e pilotar a moto prestando atenção nos aspectos ergonômicos. Para isso, o test drive é essencial.

5. Facilidade de manutenção

A certeza de uma manutenção viável também é um ponto a ser considerado durante a compra de uma moto. “Ajuda muito saber se a marca escolhida está estabelecida no país. A informação garante que peças necessárias serão encontradas com mais facilidade no futuro”, aconselha Bruno Neves.

O valor da manutenção e dos componentes também tende a ser mais competitivo se a fabricante estiver instalada ou bem estabelecida no país. Ainda de acordo com o especialista, a atenção com esse item deve ser redobrada se o veículo escolhido for importado.

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) disponibiliza em seu site a lista das marcas associadas à instituição. Consultá-la pode ser uma boa opção para evitar os problemas citados acima.

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