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Dia do Rock: 10 séries de carros com proposta ‘musical’

Hoje é Dia do Rock, bebê! Isso aí, o som mais contagiante do universo celebra sua data neste 13 de julho e o universo automotivo já foi buscar muita inspiração no ritmo. Foram séries especiais em homenagem a bandas ou festivais de músicas. Fora as edições limitadas que tinham como principal apelo o sistema de som.

E nada melhor que ouvir um bom rock para embalar a viagem ao volante e pegar aquela estrada. Confira 10 séries de carros com proposta “musical” onde o estilo vinha geralmente acompanhado de sistemas de sons mais elaborados.

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VW Gol Rolling Stones

gol rolling stones vermelho

Em 1995 os Rolling Stones fizeram pela primeira vez um show no Brasil. Era a turnê “Voodoo Lounge”, que teve duas apresentações no Rio de Janeiro (Maracanã) e três em São Paulo (Morumbi). A Volkswagen aproveitou o momento histórico e lançou uma série limitada do Gol “Bolinha” com o nome da mítica banda britânica.

Baseada na então versão CLI com motor 1.6 AP, o Gol Rolling Stones tinha emblemas com a arte da capa do álbum que dava nome à edição limitada em 12 mil unidades. O hatch compacto também vinha equipado com rádio toca-fitas e os compradores da série ainda ganhavam de brinde o cassete de “Voodoo Lounge”.

Confira Angie no Maracanã

Ford Ka MP3

ford ka mp3 preto de frente com o parque do ibirapuera ao fundo
Ka MP3 era oferecido com motor 1.0 e 1.6

Hoje você tem streaming de música e ouve música de qualquer jeito e em qualquer lugar pelo celular. Mas em 2005 ainda não era simples assim. Era preciso baixar suas canções e ter sistemas de som compatíveis de leitura para determinados arquivos de áudio. Por isso o nome desta série do Ka se chamou MP3.

Não é uma edição limitada com referência direta ao rock, mas foi importante para quem dá muita importância ao som dentro do carro. Este Ka recebia sistema de áudio capaz de reproduzir as músicas em formato MP3, algo que poucos equipamentos automotivos faziam na época. Também tinha CD player, obviamente, e conjunto, a propósito, tinha moldura cinza metálica.

Esse mesmo acabamento estava presente nas capas dos espelhos retrovisores, maçanetas, moldura do para-choques e grade frontal, e também por dentro, na alavanca do câmbio, nas molduras do painel e nas maçanetas. Tinha, ainda, aplique cromado na coluna central e lanternas traseiras escurecidas.

O Ka MP3 foi vendido sempre com carroceria na cor preta, com motores 1.0 e 1.6. Entre os equipamentos, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos. As opções com motor maior ainda vinham com spoiler traseiro, ponteira do escapamento cromada e conta-giros.

Citroën C3 Sonora

serie especial citroenc3 sonora
Os adesivos eram apenas nas unidades promocionais

Ainda antes de Spotify e Deezer se tornarem populares, os serviços de pacotes de músicas eram outra opção para os amantes do rock e de outros ritmos. Em 2011, a Citroën, então, fez uma parceria com o site Terra e lançou a série especial Sonora para o C3. Um dos diferenciais do “pacote” era o acesso ao serviço de áudio do portal.

O nome era uma referência ao plano Sonora 250, que permitia ao dono do C3 baixar até 250 músicas por mês e ainda ouvir todo o catálogo musical do Terra. Para embalar a edição, obviamente, um sistema de som diferente. No caso, um aparelho da Pioneer com leitor de MP3, Bluetooth, entradas USB e P2 – que possibilitava conexão de iPod ou de aparelhos MP3.

Nas séries baseadas na versão Exclusive 1.6 16V, ainda tinha o HiFi-like, uma tecnologia que, segundo a Pioneer, promovia a “qualificação das ondas sonoras” e a “espacialização” da música dentro da cabine. Por fora, o modelo trazia rodas de liga leve aro 15”.

Volkswagen Gol e Fox Rock in Rio

novo vw fox 2016 rock in rio branco
Versão especial foi oferecida em 2011 e 2015

Tudo bem que rock hoje é minoria no maior festival de música do país, chamado jocosamente de “Pop in Rio”. Mas a Volkswagen não perdeu a oportunidade de fazer séries especiais em cima do evento que patrocinou por anos. E nem de repetir a dose.

Os primeiros Gol e Fox sob a marca Rock in Rio surgiram em 2011. Os compactos foram vendidos nas cores azul, vermelho e branco e trouxeram emblemas do festival nas laterais. Segundo a Volks, a edição musical do Gol teria 900 unidades por mês, sempre com motor 1.0, enquanto o Fox ficaria com 300 carros mensais, só que com o 1.6.

Ainda na parte estética, os modelos tinham acabamento preto fosco nas colunas centrais, friso cromado no para-choque e lentes escurecidas nos faróis e lanternas. Na cabine, volante do Passat CC (!!!), tons cinzas e escurecidos no acabamento com detalhes vermelhos, silhueta de uma guitarra nas laterais dos bancos e soleiras cromadas com o símbolo do Rock in Rio.

O som era um dos destaques entre os equipamentos. O sistema reunia rádio, CD player, Bluetooth, leitor MP3, além de entradas USB e para cartões SD e iPod, quatro alto-falantes e dois tweeters. Um detalhe é que os donos do Gol e Fox Rock in Rio ganhavam uma senha para baixar músicas gravadas no festival.

Em 2015, a Volks reeditou a série, mas só no Fox. Mais uma vez trazia adesivos com o emblema do Rock in Rio, mas com outras novidades, como grade tipo colmeia, capas dos retrovisores com setas integradas e acabamento cinza, rodas de liga leve com aros de 15”, saias traseiras e lanternas escurecidas.

Baseada na versão Comfortline 1.6, o Fox Rock in Rio 2015 tinha pedaleiras cromadas e acabamento interno diferenciado, com apliques vermelhos nas molduras das saídas de ar, na alavanca do câmbio, no volante e nos bancos. O símbolo do festival estava presente na soleira, no cinzeiro e também nos bancos. O carro também vinha com um copo personalizado.

Chevrolet Onix Lollapalooza

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O Onix Lollapalooza foi apresentado em 2014, só com a opção de motor 1.0

Patrocinadora do festival que reúne diversas e variadas bandas – mas que a gente só conhece duas ou três -, a Chevrolet resolveu embarcar na onda e fazer uma edição limitada do seu carro mais vendido inspirada no evento. O Onix Lollapalooza foi apresentado em 2014, só com a opção de motor 1.0.

A série especial do carro da General Motors chamava a atenção pelos adesivos coloridos em alusão ao festival nas colunas e tampa traseiras. As capas dos retrovisores foram pintadas de prata e os faróis receberam lentes escurecidas. Tinha ainda rodas de liga-leve de 15” e antena esportiva no teto.

Entre os equipamentos do Onix Lollapalooza, a central multimídia MyLink com tela sensível ao toque de 7 polegadas, GPS nativo, Bluetooth, entrada USB, leitor de MP3 e reprodução de vídeos e fotos.

Renault Clio Get Up

renault clio get up
A ideia da Renault era atrair o público jovem com o Clio Get Up

A música imortal na voz de James Brown serviu de batismo para esta série limitada do Clio baseada na versão Campus 1.0 16V, e lançada em 2009. A ideia da montadora francesa era atrair o público jovem para a marca a partir do seu modelo de entrada. Era dotado de rádio com CD Player, leitor MP3 e comando satélite na coluna de direção.

Tinha, ainda, maçanetas internas metálicas, rodas de liga leve aro 14” com desenho esportivo e a inscrição com o nome da série nos para-lamas dianteiros. Porém, nos equipamentos, precisava muito para o “get up”. Ar-condicionado e direção hidráulica, além da pintura metálica, eram pagas à parte como opcionais neste Clio.

Fiat Fiorino, Siena e Strada MTV

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Base da Fiorino MTV era a versão Trekking

Nos anos 1990 a Fiat fez uma parceria com o (então) canal musical mais famoso do mundo. O primeiro modelo a adotar o selo MTV foi a já veterana picape Fiorino, em sua versão Trekking, em 1997. Mas foi com a nova linha compacta baseada no Palio que a marca italiana procurou se aproximar do público jovem.

Em 1998, o recém-lançado Siena ganhou sua série especial Sport MTV. Sempre com motor 1.6, o sedã recebeu adesivos com a marca MTV nos para-lamas dianteiros e na tampa do porta-malas, que também tinha o nome Sport em letras prateadas. Rodas de liga-leve e faróis de neblina faziam parte do pacote.

Na cabine, bancos, volante, pedaleiras e alavanca do câmbio eram diferentes do restante da linha. Entre os equipamentos da edição limitada em mil unidades, ar-condicionado, rádio com toca-fitas (e entrada para discman!!!) e vidros dianteiros e travas elétricos.

Em 2000, outra série MTV para tentar embalar um produto novo. A Strada tinha sido lançada um ano antes e sua configuração Working cabine estendida com motor 1.6 16V ganhou, também, mil unidades da edição em alusão à emissora musical. Os emblemas, desta vez, apareciam nas laterais e no painel interno da picape.

A Strada MTV era mais simples. Não tinha ar-condicionado ou rodas de liga-leve, que eram opcionais juntamente com airbags, ABS nos freios e até janela traseira com abertura corrediça. A picape não era nada descolada nesse sentido e recebia apenas direção com assistência hidráulica, rádio/CD player, porta-objetos nas portas, porta-luvas com tampa e conta-giros.

Volkswagen Polo e Virtus Beats

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Polo Beats surgiu da parceria da VW com a famosa fabricante de fones de ouvido

A Volks investiu pesado na ambientação sonora dos dois modelos, com um som da marca norte-americana de áudio definido como “premium”. O hatch e sedã compactos eram dotados de sistema com 300 watts de potência, amplificador digital de oito canais, quatro alto-falantes, dois tweeters e um subwoofer com ajustes especiais.

Apesar de não ser uma série propriamente dita, o Polo e Virtus Beats eram vendidos em forma de pacote para as versões Comfortline e Highline. Sempre com motor turbo 1.0 TSI, estavam disponíveis em quatro cores (prata, cinza, branco e preto) e traziam o logotipo alusivo à versão nos para-lamas dianteiros e nas capas dos retrovisores – estas pintadas de vermelho.

O tom avermelhado também marcava as costuras aparentes dos bancos e detalhes dos tapetes dianteiros. Os modelos ainda ganhavam soleiras diferenciadas nas portas e a marca Beats na parte interna da coluna dianteira, acima dos tweeters.

Renault Captur Bose

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Marca Bose é referência em sonorização e também equipa carros de outras marcas

A Renault também pegou uma marca famosa de áudio para criar, aí sim, uma série limitada para seu estiloso SUV compacto. Curiosamente, lançada em outubro de 2019, o que era para ser uma edição acabou perdurando como opção única da gama Captur até a remodelação recente do crossover…

O maior destaque da série, sem dúvida, era o sistema de som com amplificador digital customizado de 7 canais e com equalização exclusiva. O equipamento ainda reunia tweeters de 25 mm com ímã de neomídio no painel dianteiro, woofers de 165 mm nas portas dianteiras e alto-falantes de 130 mm com ímã de neomídio nas portas traseiras, além de subwoofer e a tecnologia chamada pela Bose de Fresh Air Subwoofer no porta-malas, que não comprometia o espaço para bagagens.

O Captur Bose era oferecido com motor 1.6 e câmbio CVT ou 2.0 com caixa automática convencional de quatro marchas – mas, como dito, nos últimos meses só resistiu com o propulsor menor. Bancos de couro com revestimento diferenciado e soleiras com a marca Bose estavam entre os apliques estéticos.

A edição especial também possibilitava carroceria em dois tons, Além da inédita mistura cinza com teto prata, permitia outras três combinações: preto com prata, branco com preto e vermelho com preto. Entre os itens da série, retrovisores com rebatimento elétrico, central Media Evolution com tela de 7” e conexões Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado automático, câmera de ré, chave-cartão presencial e sensor de chuva. As rodas de liga-leve aro 17” eram diamantadas.

VW Gol Vintage

vw gol vintage 2011
Gol Vintage: apenas 30 unidades foram feitas e vendidas

Esta série não é propriamente musical. Mas dava de brinde ao comprador, simplesmente, uma guitarra Tagima desenvolvida especialmente para a versão. O instrumento vinha com um sistema amplificador interno que possibilitava a conexão (por entrada especial) com o equipamento de som do carro.

O Gol Vintage apareceu inicialmente como um carro-conceito no Salão de São Paulo de 2010. Foi desenvolvido para comemorar os 30 anos do hatch compacto líder de mercado. No ano seguinte virou uma série exclusivíssima com… 30 unidades. Tinha numeração no painel, pintura especial branca com faixa escura no capô e na tampa traseira, além do teto preto.

Um detalhe que chamava muito a atenção no estilo eram as rodas. Os aros de liga-leve com 16” eram brancos. Faixas laterais na parte inferior da carroceria eram acompanhadas do nome “Vintage”, escrito em letra cursiva. Por dentro, o volante tinha detalhes brancos brilhantes e os tons claros do banco contrastavam com o ambiente revestido de couro escuro

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